caminho pelas trevas pensando em ti nesse maldito sentimento que tomou-me por inteiro essa escuridão que cegou-me não a culpo por possuir tais olhos enigmáticos mas a culpo por ter tomado minha pobre mórbida alma não entendo o que queres de mim ... já tens minha essência livrai-me dessa dor deixe-me ir à eternidade não agüento rastejar neste pútrido mundo cheio de sombras, maldades e sofrimento ah, a dor é muita minhas lágrimas se secaram minha face apodrecida congela com a vida a vida gélida que habita entre nós ... tudo por esse sentimento move tudo e todos mata tudo e todos maldito dentro de nós ...
Uso do não, como os poetas usam da flor. Uso do não, como os poetas usam da dor. Uso do não, como os poetas usam do amor. Uso do não, como os poetas usam do rancor. Uso do não, como um reflexo do meu coração.
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